
Só serve, se por caridade
A luz que brilha p'ra poucos
Brilhar p'ra muitos
A derrota pra todos não é obrigação
Só seve o que não estiver presente
E o que não se é jogado
P'ra cima da gente
Saber jogar, então, não é obrigação
Alucinação de seres, por homens que choram
Alucinação de seres, por homens que choram
Por muitos conflitos, p'ra pouca caridade
Por muitos conflitos, p'ra pouca caridade
Se serve se for importante
E que os mortos não palpitem
Muito menos escutem
Escutar baboseiras não é obrigação
Só serve, se por caridade
A luz dos teus olhos
Não bater com as dos meus
Nem deixar que isso se eleve p'ro lado obscuro
Alucinação de seres, por homens que choram
Alucinação de seres, por homens que choram
Por muitos conflitos, p'ra pouca caridade
Por muitos conflitos, p'ra pouca caridade
Se amor está em falta
Há uma vida em risco
Há mais cobras no paraíso
Do que maçãs...
(Hermann Quadros)
Lindo ...
ResponderExcluir"Só serve, se por caridade
A luz dos teus olhos
Não bater com as dos meus
Nem deixar que isso se eleve p'ro lado obscuro"